O que é?

A Endodontia é responsável pelo diagnóstico, tratamento e prevenção das doenças que atingem a parte interna do dente: a polpa, a raiz e os tecidos que a envolvem. Essa especialidade tem um papel essencial na prevenção da saúde da boca. Quando a polpa dentária é contaminada pela cárie é necessário realizar o tratamento da seguinte forma: remover o tecido da parte interna do dente, depois realizar o selamento (obturação da raiz) certificando-se de que não há chances de nenhum outro microrganismo afetar novamente a região interna.

Antigamente, o tratamento de canal era sinônimo de dor, mas, com o passar dos anos e com a evolução da endodontia, esse procedimento se tornou indolor. São vários os recursos tecnológicos utilizados que proporcionam esse e outros benefícios, como a diminuição do risco de reincidência da infecção no mesmo dente. O avanço evolucional na especialidade é notável com a tecnologia com o uso de localizadores apicais eletrônicos, ultrassom, instrumentos rotatórios elétricos promovendo um tratamento endodôntico seguro e mais rápido com prognóstico mais previsíveis do que os obtidos anos atrás.

A verdade é que não adianta ter um sorriso alinhado e aparentemente saudável se a parte interna dos dentes não está da mesma forma, não é mesmo? Por menores que possam parecer essas lesões, os estragos que elas causam são enormes e são capazes de interferir na estabilidade do nosso organismo como um todo.

Deixar de realizar o tratamento pode resultar em infecções graves, sintomas como dor intensa, inchaço e febre, bactérias na corrente sanguínea e até mesmo a extração do dente.

Perguntas frequentes

1. É um tratamento dolorido?

Há diversos recursos disponíveis para a realização do tratamento de canal de modo confortável e menos incômodo ao paciente.

2. Quando é necessário realizar um tratamento de canal?

A endodontia é indicada para duas situações: traumas e cáries em estágio avançado. Ambas situações podem afetar a raiz do dente, necessitando assim o tratamento de canal.

Sintomas como inchaço na gengiva próximo ao dente, sensibilidade e dores latentes e constantes podem ser indicativos dessa necessidade.

Há ainda pacientes que não apresentam sintomas. Por esse e outros tantos motivos, é essencial a ida regular ao dentista de 6 em 6 meses.

3. Quantas sessões de tratamento de canal são necessárias?

Na maioria dos casos, o tratamento de canal é realizado em uma única sessão. Porém, há casos que necessitem de mais sessões.

4. Quais são os riscos de não tratar o canal?

As lesões podem evoluir para a região apical (infecção na raiz e tecidos vizinhos). Esse agravamento pode provocar dores intensas, inchaço, febre e bacteremia.

5. O dente já tratado pode receber novamente o tratamento endodôntico?

Sim. Essa necessidade ocorre quando no primeiro tratamento não foi possível realizar a remoção de todos os microrganismos ou o preenchimento hermético do canal com o material obturador, entre outras intercorrências.

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